Inclusão no Esporte

 


a pratica de atividades físicas na escola é uma grande oportunidade para aprimorar o relacionamento entre as crianças. O professor pode correlacionar o esporte e a inclusão, a fim de criar momentos de humildade e empatia para o trabalho em equipe.

O esporte é uma forma de entender tanto os saberes corporais como as experiencias lúdicas, sociais e emocionais. É também um caminho de superação dos limites como pessoa e fortalecimento da autoestima. Definitivamente quando a atividade física é praticada em grupo, o esporte de qualquer modo desenvolve habilidades sociais.

A aula de educação física pode favorecer a inclusão tanto de estudantes em estado de vulnerabilidade social, como de pessoas com deficiências (PCDs). O esporte hoje em dia estimula diversas partes do corpo humano, com isso é possível desenvolver capacidades motoras e mentais. O futebol por exemplo, é usado a corrida, o passe, o chute, a força, a colaboração com outras pessoas e o mais importante o pensamento estratégico. Ao estar praticando o esporte, o estudante aprende a conhecer os limites do seu corpo. No caso dos alunos com deficiência, essa limitação pode estar mais evidente em relação aos outros alunos, mas o desenvolvimento corporal com os colegas faz com que se busque uma superação e força de vontade para vencer. Consciente de suas próprias limitações, o aluno tende a respeitar e a ser mais compreensivo com as dificuldades de seus colegas. Dessa forma, ele estará mais propenso a ser generoso e a colaborar com outras pessoas do seu círculo social.

Os benefícios do esporte Podemos resumir que os benefícios do esporte em três palavras seriam: lazer, saúde e educação. E essa ultima citada deve merecer especial atenção na escola para que haja generosidade e humildade das crianças. A atividade física como pratica social é um modo para incentivar os alunos a compreender valores importantes como empatia e respeito. O senso de coletividade é construído e trabalhado em modalidades como o futebol, o vôlei, o basquete etc. Lucca Ribeiro jogador de basquete amador nos conta como sua autoestima melhorou e como o esporte o incluiu. ’Primeiro digo que não foi fácil me adaptar aos esportes coletivos, mas experimentando cada um aos poucos, decidi que o basquete é o que me motiva e me deixa alegre nos dias.’ Na mídia hoje em dia, valoriza-se muito a comparação individual entre os desempenhos dos atletas, mas os esportes coletivos oferecem uma oportunidade para a educação social e emocional. Na escola uma pratica deve ser bem orientada e deve ter critérios de cooperação e integração de todos. Quando os alunos conseguem se organizar, cada um sabe o que pode ajudar no coletivo e aprimorar o laço entre eles e irem em busca do objetivo juntos. Por exemplo, caso um aluno tenha alguma deficiência, ele pode contar com a colaboração dos seus colegas. Lucca ainda relata: ‘Me ajudou muito a conversar em locais públicos, pessoas diferentes e ter mais confiança em mim e claro com muita humildade e tranquilidade.’

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